Coração e pâncreas captados na região são transplantados em SP

O coração e o pâncreas do professor Max Alberto Martins da Silva, 35 anos, que teve morte encefálica confirmada nesta segunda-feira (05), após ele ter dado um tiro contra a própria cabeça depois de ter matado a mulher, na noite do último sábado (03), em Andradina, foram levados para o Instituto do Coração e Hospital Bandeirantes, para serem transplantados em pacientes daquelas unidades de saúde que lutam pela vida.

Com prazo máximo de quatro horas para ser transplantado em um novo corpo a partir da captação, o coração de Max foi o primeiro órgão retirado e contou com um aparato especial da Guarda Municipal de Araçatuba para ser transportado até o aeroporto Dario Guarita, de onde seguiu para São Paulo em um voo fretado.

A captação dos órgãos foi iniciada às 12h05 e os profissionais do Incor que vieram até Araçatuba para fazer a coleta do órgão deixaram a Santa Casa por volta das14h. Cerca de meia hora mais tarde, saiu a equipe do Hospital Bandeirantes, levando o pâncreas. A unidade de saúde é especializada no transplante desse tipo de órgão.

Por conta do tempo escasso para o transplante do coração, o órgão foi levado para a capital em um voo fretado e o pâncreas seguiu pouco tempo depois em outro. O translado até a capital paulista foi organizado pela Central Nacional de Transplantes.

Com a retirada e destinação do coração e pâncreas, médicos do Hospital de Base, de São José do Rio Preto, deram sequência à captação do fígado e dos rins. Órgãos que duram mais tempo até serem transplantados.

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