Concurso premia futuros escritores

Parceria com Escola Nacional de Seguros possibilitou doação de livros para três escolas da rede municipal; melhores trabalhos foram reconhecidos

Nesta sexta-feira (25/11), os Centros de Educação Municipal (CEM) “Professor Geyner Rodrigues”, “Professora Maria Martins e Lourenço” e “Professora Neyde Tonanni Marão” revelaram seus futuros escritores com o concurso Asas para Voar, promovido pela Secretaria da Educação em parceria com a Escola Nacional de Seguros.

Trezentos e trinta e quatro obras literárias foram entregues nas unidades de ensino com o objetivo de despertar o hábito da leitura nessa faixa etária. O CEM “Professora Maria Martins e Lourenço” recebeu 140 livros; a “Professora Neyde Tonanni Marão”, 120 títulos e “Professor Geyner Rodrigues”, 70. A partir dos novos livros, foi realizado o concurso que selecionou os três primeiros colocados de cada ano escolar, tendo como principal prêmio tablets.

Os alunos do primeiro e segundo anos produziram desenhos; os do terceiro elaboraram pequenos textos e quarto e quinto anos reescreveram obras. Muito feliz pela conquista, a estudante Ingrid Pereira, de 10 anos, ficou em primeiro lugar do quinto ano do “Maria Martins e Lourenço”. “Estou muito feliz porque ganhei um tablet. Eu achei muito legal o projeto porque estimula as crianças que não sabem ler direito”, disse.

Matheus Henrique Ferreira Santos, de nove anos, foi o melhor aluno do quarto ano daquela escola. “Eu gosto muito de livro, principalmente os de aventura que são grossos”, afirmou.

E até os pequenos que ainda estão descobrindo a alfabetização já demonstram interesse pela leitura. Karen Vieira de Freitas, de sete anos, é um exemplo. Nesta sexta-feira, venceu como o melhor desenho do primeiro ano do CEM “Maria Martins e Lourenço”. A menina é apaixonada por livros, graças à sua mãe, a dona de casa, Ionara dos Santos Vieira, de 35 anos. “Quando ela nasceu, começamos a ler para ela, para que gostasse. Hoje ela mesma lê sozinha, juntando as sílabas”, contou.

A coordenadora da escola, Amanda De Haro Sena, afirmou que o objetivo foi cumprido. “A proposta do projeto foi ao encontro com a rede de ensino. Todos os dias, estimulamos a leitura de forma lúdica e o concurso agregou muito”, disse.

“São três unidades localizadas em bairros de vulnerabilidade social e o projeto Asas para Voar possibilitou o desenvolvimento socioemocional destas crianças”, complementou a assessora pedagógica da Secretaria, Juliana Barbosa.

Segundo a responsável do Asas para Voar, Laura Tamancoldi, os alunos tiveram incentivada sua criatividade e o desenvolvimento do senso crítico com a disseminação da cultura da leitura.

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