Compra da Votuporanguense por empresários fica como “plano B”

Outro assunto abordado foi sobre a informação dada pelo comentarista da Rádio Cidade, João Carlos Ferreira, na última semana, de que um grupo de empresários-torcedores da Votuporanguense estaria disposto a fazer uma proposta ao empresário angolano dono do clube, com objetivo de adquirir a filiação e direitos sobre as decisões no time.
O diretor Mineiro afirmou que o “plano A” é manter tudo como foi nesse ano, ou seja, com o angolano ainda dono do CAV, mas com uma diretoria de Votuporanga com autonomia para tocar o futebol.
“O plano é manter como foi feito esse ano, com um contrato com duração de período maior, para podermos nos programar. Conversamos com Carlos Alberto, que está se desligando da presidência do CAV.
Em dois anos, segundo eles, foram investidos R$3 milhões e não tiveram resultados. Eles têm a filiação,  a empresa é deles. A ideia de  comprar a filiação não muda nada. Essa conversa teria que nascer se o angolano quisesse vender o time, mas ele quer investir em Votuporanga. O que posso falar para vocês é que a especulação da compra fica como plano B”
Gerente de futebol
O diretor do CAV também foi questionado pelos repórteres Flávio Santos e Cláudio Craveiro sobre possíveis mudanças na estrutura do CAV, para a disputa da Série A3 em 2013. Uma das questões levantadas foi a hipótese da contratação de um gerente de futebol. Rumores pela cidade chegaram até a levantar um nome para o cargo, o ex-presidente da extinta Associação Atlética Votuporanguense, Dorival Veronezi.
Mineiro desmentiu o assunto. Segundo ele, a contratação de um gerente não é prioridade no momento, já que todas as atenções estão voltadas para a final contra o São Vicente. “É mentira. Nós trouxemos o Jesus Moreti no ano passo e acabou não dando certo. Nada impede que futuramente a gente tenha um gerente de futebol. Acho que não é o momento hoje”.

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