Exclusivo caso Érica: Delegado recebe laudo do IML e pede prorrogação da prisão temporária do assassino confesso

O caso Érica Guilherme, que está completando um mês da tragédia que abalou Votuporanga e região tem mais um capítulo.

A reportagem do votunews.com.br, mais uma vez, traz à tona novas informações sobre o brutal crime que vitimou a jovem Érica Diogo Guilherme.

O rapto e morte de Érica está completando um mês, e até o momento, a Polícia Civil não concluiu o inquérito sobre o caso.

O delegado responsável pelo caso João Donizete Rossini adiantou à reportagem que está solicitando a prorrogação da prisão temporária do assassino confesso da vítima Wilson Aparecido Rodrigues, preso desde a data em que o corpo de Érica foi localizado às margens do córrego Thomaizinho, na divisa entre os municípios de Cardoso e Riolândia.

O prazo inicial da prisão temporária de Wilson está vencendo na próxima semana, para tanto, o delegado pedirá à Justiça a prorrogação da prisão temporária por mais 30 dias.

Sendo assim, o assassino confesso permanecerá recolhido em uma cela separada dos demais detentos na Cadeia Pública de Votuporanga. Desde a sua prisão, Wilson permanece recolhido na Cadeia local.

“Com a prisão temporária, o acusado vai permanecer em Votuporanga, facilitando as diligências feitas por nossa equipe, e caso fosse prisão preventiva, ele seria transferido para o CDP (Centro de Detenção Provisária) de Rio Preto”, salientou Rossini.

Confirmado

Conforme já anunciado com exclusividade pela reportagem do votunews, o delegado Rossini confirmou que está descartada a participação de outra pessoa envolvida no crime, e que Wilson assassinou friamente Érica com pelo menos cinco facadas, apenas por não ser reconhecido posteriormente pela vítima.

Laudo

A Delegacia de Investigações Gerais (DIG) recebeu nesta sexta-feira, o laudo do IML (Instituto Médico Legal) sobre a necropsia realizada no corpo de Érica. Questionado pela reportagem se a vítima sofreu algum tipo de abuso sexual, Rossini parou, pensou e respondeu. “Só vou responder isso quando o inquérito for concluído e em coletiva a imprensa”. Lembrando que a coletiva anunciada pelo delegado já foi adiada por três vezes.

O delegado disse que o inquérito será concluído dentro deste prazo da prorrogação da prisão temporária, ou seja, no máximo em 30 dias.

Cestas de Natal

Outra informação que o delegado não quis confirmar, é a respeito do paradeiro das quatro cestas básicas de Natal compradas por Érica no dia do crime, em um supermercados da cidade – local onde foi abordada e raptada pelo acusado. Consta que a vítima comprou quatro cestas e apenas uma foi encontrada dentro do veículo da vítima.

A reportagem também perguntou onde Wilson Rodrigues pernoitou na noite do crime, já que informações não confirmadas dão conta de que ele dormiu na residência de uma outra pessoa. Contudo, também foi veiculado que o acusado passou a noite dentro do carro da vítima, próximo ao Terminal Rodoviário de Fernandópolis.

“Vamos na próxima semana, retornar a Fernandópolis para novas diligências e montar este quebra-cabeça, aí teremos as respostas para essas perguntas”, disse.

Segredo de Justiça

Durante a conversa com o delegado era visível perceber que a cada pergunta, o responsável pelo caso se incomodava com as perguntas formuladas até dizer que as investigações correm em segredo de Justiça. “Nos próximos dias, vamos concluir o inquérito e vocês (imprensa e comunidade) terão todas as informações que cercam o caso.

 

 

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