Cardiologista ressalta evolução extraordinária dos métodos da medicina nas últimas décadas

“Não existe doença, existem doentes, cada um com sua individualidade, que deve ser considerada”.

Hoje é comemorado o Dia do Médico. Para falar um pouco sobre essa profissão, o jornal A Cidade entrevistou o médico cardiologista, Joaquim Figueira da Costa, de 77 anos, que atua na área há 52 anos.

A medicina é uma das áreas do conhecimento humano que está ligada a manutenção e restauração da saúde. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a saúde é o bem estar físico, psíquico e social do ser humano, além do espiritual.

De acordo com Joaquim, a medicina teve uma evolução muito lenta nos séculos passados.

“Somente em 1865, que Paster descobriu os micro-organismos, que são responsáveis pelas infecções. Mesmo assim, só a partir de 1940 que iniciaram as vacinas para combater as doenças contagiosas. E em 1945 que Alexandre Flemin descobriu a penicilina, o primeiro antibiótico”.

Porém, para o cardiologista, nos últimos 70 anos, a medicina teve uma evolução extraordinária.

“Os métodos de diagnóstico progrediram bastante com exames de radiografia, tomografia, ressonância magnética e ultrassonografia. Isso tudo facilitou demais a identificação dos danos à saúde”.

O médico ainda relatou que nos últimos 30 anos, os métodos de investigação interna também evoluíram com a chegada de medicina nuclear.

“Hoje o setor de medicamentos também evolui muito depois da descoberta da penicilina, e depois outros remédios para diabetes, pressão arterial, entre outras doenças”.

Joaquim continua a atender seus pacientes todos os dias pelas manhãs e duas vezes por semana na parte da tarde. Ele conta que não pretende se aposentar tão cedo.

“Enquanto eu sentir que posso acompanhar as evoluções da medicina e poder me locomover, estarei atendendo. A medicina é minha verdadeira paixão”, falou.

Para finalizar, Joaquim desejou congratulações aos colegas da profissão e quis dar uma orientação que teve com seu professor Luiz Feijó: Não existe doença, existem doentes, cada um com sua individualidade, que deve ser considerada”.  Isabela Jardinetti/A Cidade

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