Cão farejador indica que Joaquim e padrasto caminharam juntos até córrego, diz PM

Um cão farejador da PM (Polícia Militar) de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) foi usado na investigação do desaparecimento do menino Joaquim Ponte Marques, 3, registrado na madrugada desta terça-feira (5).

De acordo com o sargento Ary Gavazzi Junior, supervisor do canil da PM de Ribeirão, roupas do garoto foram dadas para o animal cheirar. Em seguida, ele começou a percorrer o trecho de cerca de 200 metros entre a casa da família, no Jardim Independência, e um córrego.


Eles fizeram esse mesmo percurso juntos”, afirmou o sargento.
Depois, o procedimento foi repetido com roupas do padrasto do menino, Guilherme Raimo Longo. O animal fez o mesmo trajeto percorrido após cheirar as roupas de Joaquim.

Ainda no final da tarde desta quarta-feira (5), a PM testará as roupas da mãe do garoto, Natália Mingoni Ponte, com o cão.

O procedimento está sendo acompanhado pela Polícia Civil da cidade, que já pediu a prisão temporária da mãe e do padrasto. A Justiça ainda não deu resposta à solicitação.

O delegado Paulo Henrique Martins de Castro não deu detalhes para fazer o pedido de prisão do casal. Disse apenas que foi feito para “auxiliar nas investigações” e que há contradições nos depoimentos de Natália e Longo.

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