qua, 12 de agosto de 2026

Cão farejador descobre grande carregamento de drogas escondido em caminhão de carnes em Rio Preto

Uma operação conjunta das forças de segurança resultou na interceptação de um grande carregamento de drogas na manhã da última quinta-feira, dia 4 de junho, na rodovia Washington Luís (SP-310), em São José do Rio Preto. A apreensão aconteceu durante a fiscalização da Operação Impacto / Corpus Christi e terminou com a prisão em flagrante do motorista do veículo, suspeito de tráfico de drogas. A ação contou com a participação estratégica de equipes do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) e da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO-SP), além do apoio fundamental do 9º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep).

Os policiais abordaram um caminhão frigorífico que viajava no sentido Capital. O motorista havia iniciado a viagem em Boca do Acre, no Amazonas, e tinha como destino final a cidade de Campo Limpo Paulista, no interior de São Paulo. A desconfiança começou durante a vistoria realizada em frente à base da Polícia Militar Rodoviária, quando os agentes notaram problemas nos lacres que protegiam a mercadoria. Na bolsa do condutor, foram encontrados dois lacres rompidos que estavam listados nos documentos fiscais, enquanto a carroceria do veículo utilizava outros lacres falsificados com a mesma numeração.

O mistério foi desvendado com a ajuda do cão policial Evoque, do canil do 9º Baep, que deu o sinal de que havia entorpecentes escondidos ali dentro. Como a carga era de alimentos, os policiais acionaram a Coordenadoria de Defesa Agropecuária, que autorizou a abertura do baú refrigerado. Ao revistarem o espaço, as equipes encontraram tabletes de maconha, skunk (conhecida como supermaconha), cocaína e pasta base de cocaína misturados em meio às peças de carne.

O caminhoneiro recebeu voz de prisão e foi levado sob forte escolta para a delegacia da Polícia Federal de Rio Preto, onde o caso foi registrado. Além de toda a droga encontrada, as autoridades apreenderam o caminhão frigorífico e o telefone celular do motorista, que passarão por perícia para ajudar a descobrir quem receberia os entorpecentes.

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