Cantor Hudson é internado em clínica de reabilitação para se livrar das drogas

O cantor sertanejo Edson, da dupla com o irmão Hudson, vai se apresentar sozinho a partir deste final de semana nos shows já marcados. A mudança tem uma explicação: Hudson está internado em uma clínica de reabilitação para dependentes químicos. A notícia veio à tona nesta sexta-feira (14).

Hudson já está internado desde o início deste mês, mas, até então, ele podia sair para participar de algumas apresentações. No último domingo, por exemplo, o cantor deixou a clínica por algumas horas e marcou presença em um show beneficente na cidade de Americana, no interior de São Paulo. Agora, no entanto, o tratamento entrará numa fase intensiva e, por isso, o cantor ficará afastado dos palcos temporariamente.

“Preciso me curar e este é o momento decisivo na minha vida. Peço o apoio e as orações de todos os nossos fãs e amigos. É uma batalha muito difícil de ser vencida, mas estou determinado”, afirma Hudson, em um comunicado oficial enviado ao Purepeople.

O sertanejo luta contra vícios em bebidas alcóolicas, cigarros e drogas. “Partiu dele a necessidade e a vontade do tratamento e eu apoiei. Além de irmãos, somos amigos, parceiros e tenho um amor imensurável por ele. Tenho certeza que, em breve, e com fé em Deus, estaremos juntos novamente”, torce Edson, na nota oficial.

Histórico

Em março do ano passado, Hudson foi preso duas vezes no mesmo dia na cidade de Limeira, também no interior de São Paulo, onde ele mora. A primeira prisão ocorreu após a polícia encontrar em seu carro um soco inglês, um canivete, uma pistola e um revólver.

O cantor pagou R$ 6 mil de fiança e saiu da prisão, mas a liberdade durou pouco. Por causa de uma denúncia anônima, a polícia foi à casa de Hudson logo depois e encontrou mais armas, munições e equipamentos geralmente usados pelas Forças Armadas.

“Moro numa casa de 50 mil metros que é uma chácara. Acho normal numa chácara alguém ter uma espingarda, ou coisa assim. Apesar de que eu, graças a Deus, nunca matei ninguém. Eu não atiro nem em pombo, nem em passarinho”, disse ele, na época, ao “Fantástico”.

A Justiça de Limeira condenou o cantor pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e munições a três anos e seis meses de reclusão. A punição acabou sendo substituída por prestação de serviços à comunidade e ajuda financeira a uma instituição social da cidade no valor de R$ 65 mil.

(Por Anderson Dezan)

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