Câmeras na Concha Acústica inibem ação de vândalos

Secretário de Trânsito diz que monitoramento ajudou a manter o local organizado e que mais pontos da cidade serão vistoriados

Até agora, as câmeras de monitoramento da nova Concha Acústica não registraram nenhum ato de vandalismo no local. A informação foi passada pelo secretário de Trânsito, Transporte e Segurança, Alberto Casali, ao jornal A Cidade, na tarde da última sexta-feira.

O sistema está implantado em Votuporanga desde agosto do ano passado e fica na própria Secretaria. Com a entrega da nova Concha Acústica, o local passou a contar com câmeras de segurança para evitar vandalismo e inibir ações criminosas na região central da cidade. As imagens são gravadas e armazenadas por até dois meses.
Para Casali, a presença de câmeras de monitoramento só veio a ajudar. “As pessoas sabem que na Concha Acústica tem as câmeras e não procuram cometer estes crimes. Queremos também que o transporte público tenha câmeras, mas isso agora depende da empresa”, disse. 
A Prefeitura ainda tem como proposta instalar câmeras de segurança em demais pontos da cidade, como nas 22 entradas e saídas, além da região central.  Com a vinda da Atividade Delegada, dois policiais estarão na central de monitoramento. 

Escolas municipais contam com aparelhos
Para dar uma segurança maior, tanto para alunos, pais e funcionários da Educação, atualmente seis Cemei’s (Centro Municipal de Educação Infantil) possuem câmeras de segurança. São eles a Prof.ª Amélia Lucinda de Jesus, José Modesto Sobrinho (Cazeca), Dr Abílio Calile, Prof.ª Aracy Panazzolo Matos, Prof.ª Mercedes Fernandes de Lima, e Prof.ª Maria Lígia Bertoncini Leite. Demais unidades municipais também receberão os aparelhos. 
Segundo a secretária da pasta, Silvia Rodolfo, esta foi uma iniciativa do prefeito Junior Marão para a segunda administração.  “É uma segurança para a família, alunos e também funcionários”, frisou. 

A origem também se deu através de um contato com a promotoria da Vara da Infância e Juventude, uma vez que a Secretaria teria recebido algumas denúncias e que gostaria de comprovar os “boatos”.  Sendo autorizada a medida pelo MP, a Prefeitura iniciou a licitação da compra dos aparelhos.
Segundo Silvia, os funcionários das escolas, principalmente nos Cemei’s, recebem muitas reclamações dos pais, alegando que seus filhos foram mordidos e que desejam explicações.
“Por mais que a criança esteja numa fase oral e que quer se expressar desta forma, muitos pais exigem justificativas dos nossos funcionários. Então, com as câmeras, é possível mostrar qual foi o comportamento delas e as providências tomadas”, disse.
Atualmente, os aparelhos estão no pátio, sala de TV, salas de aula, maternal e berçário. Os únicos locais que não podem ser instalados são nos banheiros e salas de banho. Em média, cada escola terá 12 câmeras. Karolline Bianconi/A Cidade

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