Garoto de Álvares Florence reencontra policiais do Águia após viagem para transplante de fígado

Equipe do helicóptero Águia levou jovem para cirurgia na capital.
Transplante foi há sete meses e jovem é de Álvares Florence (SP).

Em junho do ano passado, o menino Callister Nascimento Brizio, de Álvares Florence (SP), voou até São Paulo com os policiais do helicóptero Águia. Mas não era um passeio e, sim, um caso de vida ou morte. O garoto foi para São Paulo às pressas para um transplante de fígado que poderia garantir a sobrevivência do menino. Nesta sexta-feira (29), sete meses depois da cirurgia, o pequeno Callister se reencontrou com os homens que o ajudaram.

A emoção tomou conta da família do jovem e dos policiais em uma cerimônia da Polícia Militar. O choro de Callister neste encontro teve outro motivo. Não é mais de tristeza pelos momentos difíceis, mas de alegria pela superação. “É muito bom estar vendo meu filho bem do jeito que está, para mim é uma benção. Para mim meu filho é um guerreiro”, afirma a mãe, Monique do Nascimento.

Callister ganhou presente dos policiais que estiveram com ele em um dos momentos mais importantes da vida dele. Os policiais também receberam homenagens. “Foi um dia da gente rever o garoto e pensar no que passamos naquele dia, foram bons momentos e ver a alegria dele voando e indo para a cirurgia isso é gratificante”, afirma o cabo Fabiano Soler, do agrupamento aéreo da PM.

Já se passaram mais de sete meses desde o dia em que o Callister foi levado às pressas para se submeter a um transplante de fígado em São Paulo. O voo foi no dia 16 de junho, o menino completava 10  anos e começava uma nova vida. “É muito legal de ver a saúde que ele tem agora, brincamos com ele falando que está todo ralado o joelho de brincar e isso é muito legal, saber que ele terá uma vida boa”, diz o capitão Leone Cortez Ramos.

Helicóptero sai de Rio Preto com a criança para São Paulo  (Foto: (Foto: Reprodução / TV TEM))Aguia ajudou a levar garoto a hospital para cirurgia
(Foto: Reprodução/TV TEM)

E para o Callister foi tudo festa na cerimônia. O helicóptero parecido com o que ele voou naquele dia foi a atração do reencontro e ele mostrou que tem energia de sobra. “Tenho vontade de estudar e não de ficar brincando, mas eu gosto de jogar bola e andar de bicicleta”, afirma.

O caso de Callister
Como a possibilidade da primeira cirurgia surgiu às pressas por causa de uma doação, uma equipe da Polícia Militar precisou usar o helicóptero Águia para levar o garoto da cidade dele até a capital paulista, onde passou pelo transplante no dia 16 de junho.

A equipe do Águia foi buscar Callister em Álvares Florence pela manhã e retornou para o aeroporto de São José do Rio Preto (SP) apenas para fazer o reabastecimento e seguir para São Paulo.

cirurgia começou no mesmo dia e durou sete horas. Mas o corpo de Callister acabou rejeitando o fígado doado e ele teve de passar por outro transplante no dia 24 de junho. Ele recebeu alta em julho. G1

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