Cabeleireiro de Votuporanga participa de campanha que ajuda hospital do câncer

O renomado cabeleireiro Dauri Dias Monteiro reuniu voluntárias e cortou cabelos para doar a quem tem câncer

Adeus aos rabos de cavalos e boas vindas aos cabelos curtos. Esse é o novo lema de algumas mulheres de Votuporanga, interior de São Paulo que decidiram ajudar quem tem câncer.

A proposta faz parte de uma campanha do hospital do câncer de Barretos – que atende mais de quatro mil pessoas por dia. As mechas viram perucas e são doadas para as pacientes que estão em tratamento da doença. O cabeleireiro Dauri Dias Monteiro trabalha de graça e diz que se sente bem com a ação. “É gratificante saber que com o meu trabalho eu estou ajudando a alegrar pessoas que estão em tratamento’’, afirmou o profissional.

Monteiro faz parte do projeto há três meses e teve a iniciativa  depois que uma amiga e cliente foi diagnosticada com o câncer.

Ele explica que para participar da campanha é simples, basta ter cabelos saudáveis e a partir de 10 centímetros de comprimento. “A gente já conseguiu bastante mulheres que decidiram abrir mão dos cabelos longos por um gesto de solidariedade’’.

Depois de cortados ele encaminha para o hospital.

Margareth Nakamura, estudante de administração decidiu abrir mão das madeixas cumpridas por que sempre está envolvida com ações beneficentes.

A outra doadora que não teve pena de passar a tesoura nos cabelos foi a Bruna Caroline Fiori Uzan – estudante de farmácia. “Cresce rápido e tem gente que precisa muito mais que eu’’, afirmou a estudante.

O hospital de Barretos atende mais de quatro mil pessoas por dia. Para a estudante de medicina Ariana Pimenta, que pretende se especializar em Oncologia, se sentir bem consigo mesmo é importante para vencer a doença. “A partir do momento que o câncer  atinge a autoestima e a coragem da mulher ela se sente incapaz de lutar, a maioria das mulheres que escolhem tirar a “beleza” dessa situação,  seja sendo careca e usando lenços ou com as perucas, acabam descobrindo um novo estímulo pra batalhar pela vida.  Aquelas que se acham bonitas, que conseguem jogar os cabelos, na maioria das vezes vão ter mais garra pra vencer a doença’’, explica. Pelicioni Comunicação

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