Braw é condenado a 60 anos de prisão por matar Ana Clara

Braw Michael Verde foi condenado na noite de ontem a 60 anos de prisão por ter matado Ana Clara da Silva Lagoin, de 10 meses de vida, em dezembro de 2011. Ele também foi condenado por ter tentado matar mais duas pessoas da família da vítima: Aparecida Benta dos Santos, que era bisavó, e Matheus Crispim, que era tio. Ele deverá cumprir a pena em regime inicial fechado, sem direito de apelar em liberdade, mantidas além de indenização à família das vitimas em 100 salários mínimos.

Na sentença dada pelo juiz de Direito do Fórum de Votuporanga, Jorge Canil, os jurados acolheram a tese do Ministério Público de que os crimes foram cometidos por motivo fútil e com emprego de recurso que dificultou a defesa das vítimas.  “Reconheceu ainda a autoria dos crimes, a materialidade e a letalidade, no que concerne à criança afirmando também a intenção homicida em relação às duas outras vítimas. Repeliu-se a absolvição, acolhendo-se ambas as qualificadoras.”

Após o julgamento, algumas pessoas que acompanham o trabalho do juiz Jorge Canil em Votuporanga, inclusive policiais militares e funcionários do Poder Judiciário, estavam comentando nos bastidores que esta seria uma das maiores penas que a autoridade aplicou.

A reportagem procurou ouvir os familiares de Braw, principalmente o pai, que acompanhou todo o julgamento, mas estes não quiseram falar.

A mãe de Ana Clara ouviu a sentença e foi embora. Porém, para o jornal A Cidade na tarde de quinta-feira, ela adiantou que lutaria para que Braw fosse condenado.

 

Jurados

O Conselho de Sentença foi formado por Any Aparecida Fernandes; Nair de Jesus Campelo Alves; João Carlos Buosi; Elizania Efigêni – Karol Bianconi – A Cidade

 

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