“Barão do tráfico” preso novamente em Rio Preto

Foi preso na noite de ontem (30), na região norte de São José do Rio Preto (SP), o homem conhecido como “barão do ecstasy”, Israel Domingues de Oliveira. Segundo informações da polícia, as investigações mostraram que ele comandava um esquema de tráfico de drogas em todo o Estado de São Paulo. Ele foi condenado a nove anos e quatro meses de prisão.

De acordo com a Polícia Militar, o criminoso foi preso no bairro João Paulo II, um dos locais com maior incidência de tráfico de drogas na cidade. Segundo a polícia, ele não resistiu à prisão e disse estar consciente de que poderia ser preso a qualquer momento. Há oito anos ele aguardava em liberdade o julgamento pelo tráfico de drogas.

Ele responde processo por tráfico internacional de entorpecentes na 4ª Vara Criminal de Rio Preto. Segundo o tenente da PM, Emanuel Augusto de Ávila, ele ficou três anos presos e houve a vara de soltura, quando ficou em liberdade. “Ele foi sentenciado a nove anos e quatro meses de prisão e já estava ciente da prisão em relação ao crime que havia cometido. Já estava orientado pelos advogados que em qualquer momento poderia ser detido”, diz.

Israel Domingues de Oliveira foi preso em 2005 com mais de 18 mil comprimidos de ecstasy. Na época, os policiais ainda encontraram cinco quilos de cocaína escondidos em pranchas de surf. Ele ainda é acusado de comandar uma quadrilha de traficantes em cidades da região noroeste paulista.

Segundo as investigações, Israel Domingues de Oliveira trazia do Peru remessas frequentes de cocaína, sempre em pranchas de surf para despistar a polícia.

De acordo com a polícia do Brasil, a droga era enviada para a Holanda, onde era trocada por ecstasy. Depois, os comprimidos eram vendidos em cidades do interior paulista.

O criminoso chegou a confessar o crime e assumiu que contratava jovens para fazer o transporte das drogas. Em 2015, ele foi preso durante uma operação policial, mas foi solto pouco tempo depois. A polícia encontrou armas na casa dele, uma calibre 32 e outra 38, além de munições dos mesmos calibres e de calibre 25.

(TVTEM/G1)

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