“Bandido da moto BIZ” rouba três celulares em 24 horas

Está se tornando comum a ação criminosa do já conhecido “bandido da moto BIZ” que vem praticando diversos assaltos a mão armada em Votuporanga.

 

Somente nas últimas 24 horas, o ladrão praticou três assaltos levando os aparelhos celulares das vítimas. O último crime aconteceu na manhã desta quinta-feira, próximo ao Centro Universitário de Votuporanga – em frente a TV Unifev.

Dessa vez não usou Honda Biz, mas outra motocicleta. O criminoso simulou estar armado e roubou celular de jovem na rua Rio Grande. 

 

A Polícia Militar está no encalço do suspeito e já tem pistas do assaltante.

Os roubos são todos parecidos. A vítima está andando na rua ou está parada em alguma praça, geralmente sozinha, quando se aproxima uma pessoa guiando uma motoneta Honda/Biz. O motociclista, em todos os casos do sexo masculino, sozinho e de capacete, desce da moto e pergunta logo pelo telefone celular, que a vítima sem titubear entrega. O desconhecido sobe novamente na Biz e foge sem deixar pistas.

 

Por causa do uso deste tipo de moto, o autor (ou autores) tem sido nomeado de “Bandido da Biz”. No total foram levados 17 aparelhos. Os roubos tem chamado a atenção da população e colocado as Polícias Militar e Civil de Votuporanga em alerta.

 

De acordo com o delegado Márcio Nobuyoshi Nosse, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), é muito provável que o bandido na verdade sejam vários, já que as vítimas relatam motocicletas de diversas cores, como prata, preto, vermelho e dourado.  “E até as características do assaltante dão a crer que pode ter mais de uma pessoa envolvida”, alerta Nosse.

 

Sobre o destino dado a estes celulares roubados, o delegado acredita que são trocados por drogas nos pontos de tráfico da cidade. “É uma moeda de troca. O celular é entregue a preço de banana, não ultrapassando provavelmente R$ 100 ou R$ 150”, diz.

 

O uso de uma motoneta como a Biz, segundo Nosse, muito tem haver com o baixo preço que estes veículos são encontrados em leilões. “Uma moto que vale R$ 2 mil na loja em um leilão é vendida até por R$ 500. Então é só a pessoa abastecer o tanque e sair andando por aí”, afirma. Foto: Jociano Garofolo A Cidade

 

 

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