Até que a morte nos separe e o céu nos receba

Com a força de Deus, devemos, incansavelmente, lutar pela conservação e a estabilidade do matrimônio, zelando pela pureza e a santidade do leito nupcial; mutuamente, cultivar carinho, respeito e fidelidade, promover o diálogo saudável e multiplicar a fé otimista.

Saber ouvir e calar, saber dividir e somar, saber cantar, saber sorrir, saber chorar, sentindo conjuntamente as emoções de ambos… Até que morte nos separe e o céu nos receba!

Prezarmos com galhardia pelos votos jurados, usando com orgulho e sem dissimulação as alianças, demonstrando a todos que estejam à nossa volta, que temos um único, pleno e perfeito amor, intransferível, comprometido e permanente; evidenciando assim, que não precisamos de mais ninguém. Manifestar ao planeta que estamos satisfeitos… Até que a morte nos separe e o céu nos receba!

Devemos sempre… Em terra ou mar, mesmo nas mais adversas circunstâncias, primar pelo recomeço e pelo perdão! Pelo toque, pelo olhar, por nos dar e nos entregar. Por pequenos gestos, perenes e multiplicáveis, elogios sinceros e verdades constantes, que quantifiquem e avultem a nossa companhia… Protegendo a integridade e as emoções de nosso cônjuge. Até que a morte nos separe e o céu nos receba!

Sermos nós somente; intensamente, dois em uma só carne, enquanto vivemos para fazer o cônjuge feliz, a morte ir-nos-á separando para reencontramos no céu.

Pois, o amor jamais acaba!

Texto: Pr. Braulio Mendes.

 

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