Após sentença, assassino de jornalista aguarda transferência para presídio

Adriano cumprirá a pena em regime inicial fechado. Ontem, os advogados do rapaz foram até Riolândia para conversar com ele e colocá-lo a par da situação

Após ser condenado a 20 anos de prisão pelo latrocínio (roubo seguido de morte) do jornalista Hélton Eduarti Souza, Adriano Santos Oliveira aguarda transferência do CDP (Centro de Detenção Provisória) de Riolândia para um presídio do Estado. A sentença do juiz Reinaldo Moura, da 2ª Vara da Comarca de Votuporanga, foi definida na semana passada, mas só no início dessa é que foi tornada pública para a imprensa.

Adriano cumprirá a pena em regime inicial fechado. Ontem, os advogados do rapaz foram até Riolândia para conversar com ele e colocá-lo a par da situação. O juiz não acatou a tese de que Hélton teria morrido devido à uma lesão corporal seguida de morte, mas sim pelo que disse o Ministério Público, ou seja, latrocínio. O teor da sentença deve ser publicado hoje no Diário de Justiça de São Paulo.

Além de Adriano, também foi julgada a mulher dele, Vanessa Jaqueline dos Santos. Ela foi inocentada. Parentes receberam um telefonema da Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, dizendo que a moça estava livre e que eles poderiam ir buscá-la. Dessa forma, o juiz teria acatado uma das teses da defesa, de que a companheira de Adriano, que está grávida, não teria relação com o crime.

Douglas Teodoro Fontes afirmou que a defesa não teve acesso ao real teor da sentença e, por isso, não soube dar detalhes sobre o que ficou definido. Com isso, ele também aguardava para saber se a outra tese da defesa, de desqualificar o crime de latrocínio (roubo seguido de morte) para lesão corporal seguido de morte, foi acatada.

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