Após decepção em casa, CAV precisa renovar forças

Com melhor desempenho fora de casa, o CAV (Clube Atlético Votuporan-guense) perdeu mais uma no estádio Plínio Marin, na noite da última quarta-feira por 2 a 0 contra o Taubaté.

 

Em 8° lugar na Série A3 do Campeonato Paulista, o time precisa renovar forças para encarar o Novorizontino, terceiro colocado no campeonato, no sábado, dia 22, às 19 horas.

 

 

Seguindo as contas da equipe esportiva da Rádio Cidade, para conquistar a classificação, o clube precisa de 11 pontos, iria a 30, porém, só vai disputar mais seis jogos no Plínio Marin. Levando em consideração que fora de casa a Alvinegra não faz campanha ruim, ainda há esperança de seguir no torneio.

Sobre a partida
Cerca de 2.200 torcedores no estádio Plínio Marin viram a derrota do CAV. 
No final da partida, o treinador da equipe adversária, Paulinho Maclaren, disse que armou uma situação para enfrentar a Alvinegra  de acordo com aquilo que conhece do time. “Temos um projeto de jogo, ajustamos a marcação e a vitória foi mérito dos meninos (atletas).
Na verdade, a Votuporanguense nos causou muito embaraço, em nenhum momento deu chutão e não foi violenta. Impôs muita dificuldade. Tivemos que nos desdobrar para suportar a pressão do jogo. Acredito que tanto CAV quanto Taubaté vão brigar pela classificação, são times muito iguais”. 
Paulinho ressaltou ainda a força da Votuporanguense e a inteligência do técnico Ricardo Pinto. “Hoje, o futebol nos presenteou, não é sempre que a gente acerta”, finalizou.
Para o goleiro da Alvinegra, Darci, o time pecou nas duas falhas do primeiro tempo. “Foram dois gols muito rápidos, que desmancharam o time e nos deixou sem ação”.
Para o presidente Marcelo Stringari, o resultado passou longe de ser o esperado. “Estamos bastante abatidos, porque se tivéssemos a vitória, estaríamos entre terceiro e quarto lugar, mas agora a gente vai roer um osso muito duro contra o Novorizontino. Não podemos tomar um gol em um minuto de jogo e logo depois o segundo. No futebol, não se pode dar oportunidade. Tivemos muitas chances boas de gol, mas a bola não entrou. É mérito dos adversários ter aproveitado os bons momentos que tiveram”. 
Para o gerente de futebol Luís Cortillazzi, Luisão, os atletas de Votuporanga atuaram muito abaixo do que apresentaram nas últimas partidas. “Agora é recuperar o mais rápido possível. Não se pode tomar os dois gols em início de duelo. Deixamos a desejar e o torcedor fez a parte de deles de cobrar”.
Já o técnico Ricardo Pinto também comentou as falhas no início de jogo que resultaram no resultado negativo. “Tomar gol de lateral para quem quer subir de divisão não pode acontecer. Depois disso, ficamos intranquilos e não conseguimos acertar os passos. Os jogadores foram valentes, de certa forma tentaram se organizar. Vontade não faltou. O campeonato não terminou ainda, temos que nos recuperar contra o Novorizontino”, finalizou.

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