Após 6 meses, polícia segue buscas por professora

Após seis meses do sumiço da professora de Catanduva (SP) Fabiana Cristina de Paula, a polícia ainda procura por pistas.

 

O caso não deixou nenhum vestígio que pudesse levar a polícia a encontrar a mulher. Os responsáveis pelas investigações afirmam que há novidades no caso, mas não apresentam andamento. O caso corre sob sigilo.

Fabiana, de 36 anos, desapareceu no fim de julho do ano passado. A professora foi vista pela última vez em um bar no centro de Catanduva. Um dia depois, falou com amigos em uma rede social e após disso ninguém mais teve notícias dela.

As investigações começaram na semana seguinte, com o carro da mulher sendo encontrado em uma mata na divisa entre os municípios de Novaes (SP) e Catanduva. Perícia e cães farejadores tentaram encontrar qualquer vestígio dentro do veículo e na mata e até uma aeronave foi utilizada para ajudar nas buscas, que não teve resultados.

“A família ainda sofre muito, queremos uma reposta do que está acontecendo, porque não está fácil. Todo dia nós pensamos que vai acontecer algo diferente, alguma novidade, mas nada. Entra dia e sai dia não tem nada. Os filhos e parentes precisam saber o que aconteceu com a mãe”, afirma uma prima, que não quer se identificar.

Na DIG (Delegacia de Investigação Geral) de Catanduva, o delegado que acompanha o caso, Hélvio Roberto Bolzani, não quis dar detalhes do caso, já que a investigação corre sob segredo de Justiça. Ele apenas disse que ainda aguarda alguns laudos e que novos depoimentos estão sendo realizados.

Por enquanto, a família segue sem informações. “É difícil imaginar uma pessoa como ela sumir, desaparecer, sem dar pista. Nenhum crime é perfeito, deve ter algum vestígio do desaparecimento dela”, afirma a prima.

 

g1

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