APAS pede apoio ao Governo para liberação de cargas de alimentos em estradas


Nesta linha, a entidade enviou ofício ao Governo do Estado de São Paulo para solicitar medidas que liberem cargas de alimentos, cargas vivas e de produtos refrigerados nas estradas que seguem bloqueadas pelo movimento.
A APAS orientou seus associados a permanecerem com os esforços em manter o atendimento aos clientes com a melhor organização e oferta de produtos, informando sobre as situações específicas de disponibilidade dos itens.
O setor segue solidário com a população no sentido de que toda uma cadeia já foi abalada pela greve, em especial a mobilidade agravada pela falta de combustíveis, impedindo o cidadão de ir ao trabalho, à escola ou aos hospitais, e os serviços essenciais impactados, como segurança pública e corpo de bombeiros.
A APAS entende que é chegado o momento em que bom senso deve ser levado em conta pela categoria de caminhoneiros para que o país possa, de vez, imergir em uma situação de normalidade.
Itens mais prejudicados
A falta de produtos nos supermercados permanece para itens de FLV (Frutas, Legumes e Verduras), carnes, frios, leite e derivados, panificação congelada, pães industrializados em geral e produtos industrializados que levam proteínas no processo de fabricação. Todos esses itens formam os grupos de produtos que representam 36% do faturamento dos supermercados. Finalizadas as manifestações, o setor estima que serão necessários cerca de 20 dias para o status normal de abastecimento, especialmente as carnes, cujo processo produtivo depende de mais tempo.

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