Aluno da Apae pára o Centro de Treinamento do Corinthians

Limitação é uma palavra que deveríamos exterminar do nosso dicionário. Esta é a conclusão a qual cheguei depois de ter vivido, na quinta-feira, uma experiência que jamais imaginei passar. É, o menino kaun Aparecido Castrequini, 10 anos, tinha um sonho, mas agora não tem mais. A paralisia cerebral desde o ventre materno lhe deixou com deficiências múltiplas, mas não tirou a sua sensibilidade e inteligência expressadas pelo olhar, no bom humor cativante e na fala, mesmo  prejudicada para vencer esta barreira da comunicação.

Kauan, tinha um sonho, mas não tem mais. Queria conhecer o treinador Tite e o goleiro Cassio, seus ídolos dentro do Corinthians. E assim foi feita a sua vontade. Neste dia 28 teve o time do Parque São Jorge inteiro do seu lado, ganhando presentes, carinhos, sorrisos e afago, palavras de afeto. A emoção tomou conta não só do grupo que o acompanhou nesta viagem como também dos próprios jogadores que se viram diante de um pequeno menino, cadeirante que viajou esses 1150 km e que só foi vencido pelo sono quase chegando a Votuporanga. Foi um gigante, um vencedor e exemplo de vida para todos ao seu lado.

Entre os agradecimentos, deixo aqui um especial ao gerente de futebol da Votuporanguense, Luiz Eduardo Cortillazzi, que abriu as portas do CT do Corinthians através de seus laços de amizade que mantém lá dentro.  A Rede de Supermercados Santa Cruz e a Empresa Bombril, também fizeram parte desta linda história.

O grupo foi formado pelos funcionários da Apae, instituição que cuida do Kauan há 9 anos,  Geraldo Filho – cuidador do garoto, Luciana Gallo Malta, Renata Lima Martins, Márcio Criado Brandini, por mim e pelo motorista, seo Osvaldo, que garantiu uma viagem muito tranquila e segura. Paulo Zaparolli

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