Criança agredida: Polícia registra caso como tortura e formação de quadrilha

A Polícia Civil informou nesta terça-feira (19) que o vídeo que mostra uma criança de 13 anos sendo espancado por adolescentes não foi feito em Votuporanga.

A família levou a gravação à polícia quando foi denunciar a agressão ao menor. O G1mostrou o caso em uma reportagem feita nesta segunda-feira (18). A matéria mostrava o vídeo de uma outra agressão, feito em Marabá, Pará, com a informação errada de que ela havia ocorrido em Votuporanga.

Segundo a delegada, Adriana Sarmento, o caso está sendo investigado em Marabá. Em Votuporanga, a delegada Edna de Oliveira Freitas, diz que o vídeo será analisado, mas adiantou que a gravação não foi feita na cidade. A Polícia Civil acredita que a família pode ter se confundido.

A mãe da suposta vítima afirma que o filho foi agredido no ano passado, em uma área rural de Votuporanga. “Ele confirmou ter sido espancado por outros meninos e que escondeu as feridas usando roupas de frio. Percebi as marcas, mas ele disse na época que era de pular a cerca. Eu acredito que não estou enganada, meu filho afirma que é ele no vídeo e que foi agredido daquela forma”, comentou Rosângela de Azevedo.

A Polícia Civil registrou o caso como tortura e formação de quadrilha. Dois menores apontados pelo menino como autores da agressão também foram ouvidos. A polícia aguarda agora o laudo da perícia para investigar o caso junto ao juiz da Vara da Infância e Juventude.

Caso fique comprovado que não houve agressão, a pessoa que registrou a ocorrência pode responder por falsa comunicação de crime ou denunciação caluniosa.

 

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