Advogada assassinada na região namorava e traía presos

Da Redação
A advogada Priscilla Dib tinha fortes ligações com criminosos, é o que apontam áudios de telefonemas.
Ela foi assassinada com dez tiros na madrugada do último dia 10 em um posto de gasolina, em Araçatuba.
As informações são da REDe Record.
Há a suspeita de que a profissional, especializada em defender traficantes e assaltantes, pode ter sido condenada à morte pelos próprios clientes. Após ser presa em uma operação policial junto a outros criminosos, ela foi a única a responder em liberdade pelos crimes aos quais era acusada.
Esta dúvida, do por quê só Priscilla estava livre, teria motivado suspeitas entre os bandidos de que ela teria entregado informações a polícia em troca da liberdade. Essa hipótese não é descartada pelo delegado Marcelo Cury.
Outra hipótese é o fato de ela ter se envolvido com vários integrantes de uma facção criminosa no Estado. Quem foi casada com algum integrante do grupo não poderia se envolver com outros homens do bando.
Priscilla também possuía uma procuração para responder juridicamente por Marcos William Herbas Camacho, também conhecido como Marcola, líder do grupo criminoso.
Ela queria pedir proteção ao chefe dos criminosos por causa do ciúme dos namorados que possuía na facção.

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