qua, 12 de agosto de 2026

Adriano Marcelo Bonilha, do União Brasil, é eleito prefeito de Brejo Alegre em eleições suplementares

Eleitores da cidade voltaram às urnas neste domingo para eleger o novo prefeito após a cassação dos diplomas eleitorais do candidato mais votado nas eleições municipais de 2024.

O candidato do União Brasil, Adriano Marcelo Bonilha, foi eleito prefeito de Brejo Alegre nas eleições suplementares realizadas neste domingo (17).

Com a cassação dos mandatos do prefeito e vice, em janeiro deste ano, a Justiça Eleitoral convocou os moradores para eleger novamente os representantes do Executivo municipal, que voltaram à urnas quase dois anos depois das eleições municipais de 2024.

De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP), 3.993 eleitores estavam aptos a votar em Brejo Alegre neste domingo. Duas chapas concorrem às cadeiras de prefeito e de vice :

CHAPA UNIÃO BRASIL

  • Prefeito – Adriano Marcelo Bonilha (União Brasil) – eleito com 1.157 votos – o que corresponde a 52,40% dos votos válidos.
  • Vice – Gui da Maysa (União Brasil).

CHAPA MDB/PSD

  • Prefeito – Wilson Marques Leopoldo (MDB) – recebeu 1.051 votos – o que corresponde a 47,60% dos votos válidos.
  • Vice – Washington da Saúde (PSD)

A eleição suplementar foi organizada da 25ª Zona Eleitoral de Birigui.Justificativa

Quem não pode votar em Brejo Alegre neste domingo, ainda pode apresentar a justificativa até 16 de julho por meio do aplicativo e-Título, do Sistema Justifica, disponível no site do TSE, e de requerimento formulado perante a zona eleitoral. Não haverá mesas de justificativa nos locais de votação, conforme informação do TRE.

Eleição suplementar

A eleição suplementar foi marcada após decisão da Justiça Eleitoral que cassou os diplomas de Rafael Alves dos Santos (PSD) e Wilson Marques Leopoldo (MDB), eleitos em 2024 com 1.509 votos, o equivalente a 57,75% dos votos válidos.

Segundo o processo movido pelo Ministério Público Eleitoral, houve abuso de poder econômico e político, envolvendo supostas transferências irregulares de títulos eleitorais para o município em troca de benefícios.

Em janeiro deste ano, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo manteve a cassação da chapa.

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