ACV participará da palestra com o empresário Marcelo Facchini e doa 1 tonelada de arroz

Associação já está garantindo os convites para o evento, que será no dia 18 de junho, às 20 horas; entrada é 2 kg de arroz e vagas são limitadas 

Faltam poucos dias para a palestra com o empresário Marcelo Facchini e os resultados já estão sendo contabilizados. A Santa Casa recebeu nessa semana a confirmação da participação da Associação Comercial de Votuporanga – ACV, que doará 1 tonelada de arroz. Além disso, o Hospital vem contando com a adesão de outras empresas e de membros da comunidade.

Com o tema “Reaprendendo com Marcelo Facchini”, o evento será no dia 18 de junho, às 20 horas, no Ville Eventos e a entrada é 2 kg de arroz. Vale ressaltar que as vagas são limitadas e os convites podem se trocados na Administração do Hospital, Supermercado Santa Cruz do Pozzobon e Facchini Indústria, da avenida Emílio Arroyo Hernandes.

O provedor da Santa Casa de Votuporanga, Valmir Antônio Dornelas, agradece a ajuda da Associação Comercial. “Mais uma vez a ACV está ao nosso lado oferecendo o apoio necessário e mostrando um gesto humano, pois servimos diariamente 1,8 refeições aos pacientes e acompanhantes e com a economia na compra de arroz, poderemos investir em outras necessidades do SUS – Sistema Único de Saúde”. Também reforça o convite a população. “Toda a nossa comunidade está convidada, será um momento de aprendizado com a história de superação do Marcelo.”

A palestra conta com o patrocínio do Supermercado Santa Cruz do Pozzobon, Auto Posto Gramadão, Hotel Ville Gramadão e apoio do Facchini. Mais informações no telefone (17) 3405 9139.

Reaprendendo com Marcelo Facchini
No dia 6 de março de 2009, como era de costume, Marcelo estava na rodovia Euclides da Cunha, que liga São José do Rio Preto a Votuporanga, com objetivo de visitar uma das suas unidades. E nesse dia sua vida tomou um novo rumo. Ele sofreu um acidente gravíssimo, ficando 16 dias em uma UTI.

Na palestra, o empresário narrará sua trajetória, revelando como superou esse obstáculo. “Um momento marcante foi quando abri os olhos. Eu estava com a cabeça baixa e minha mãe pediu ao enfermeiro que levantasse e ele como de costume me perguntou se eu estava bem. Eu fiz um positivo com a mão. Aquele foi meu primeiro gesto”, conta Marcelo.

O empresário passou momentos de questionamento e revolta porque não entendia o acontecido, mas nunca desistiu de lutar. E luta todos os dias. Têm seus movimentos limitados ainda, mas divide sua agenda entre a gestão da indústria (que tem 4600 funcionários e pontos de trabalho nas principais capitais do país), fisioterapia, pilates, aula com personal trainner, treinamentos alternativos na água, seus filhos e Deus.

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