Acusado de assassinar travestis é preso pela polícia

Foi preso agora à tarde, Paulo Roberto de Castro Silva, de 51 anos. Ele é acusado de ter assassinado dois travestis e atirado em outros dois, na madrugada de quarta-feira, dia 15, em Rio Preto. Castro foi localizado durante uma abordagem de rotina, em frente ao aeroporto de Rio Preto, por volta do meio-dia.

 
Como ele tinha as mesmas características do criminoso, a polícia o deteve. Em seguida, de acordo com a policia, Castro Silva confessou o crime e levou os policiais até um uma pensão, na rua Pasquavale, na Vila Maceno. Lá, foram encontradas a arma usada no crime e também a moto utilizada por ele na noite do crime. No local, ele também escondia diversos medicamentos para impotência sexual.

 
Policiais chegaram até ele graças a descrição fornecida pelas vítimas e testemunhas. Além disso, uma das vítimas que sobreviveu ao crime o reconheceu. À polícia, ele afirmou que o crime foi de natureza homofóbica, pois não gosta de travestis. Segundo o acusado, na noite do crime ele bebeu e saiu atirando pela rua.

 
Entenda como foi o crime
Na madrugada da última quarta-feira, dia 15, um atirador disparou friamente contra quatro travestis. Dois deles – atingidos à queima-roupa no peito e no queixo, respectivamente – tiveram morte instantânea. Os outros dois só não morreram porque falavam ao celular no momento do disparo e foram protegidos pelo aparelho.

 
Os assassinatos, cometidos em série, tiveram início por volta da meia-noite. Segundo testemunhas, pilotando uma motocicleta vermelha, o atirador se aproximou do cruzamento da avenida Cenobelino de Barros Serra com a São João, ponto tradicional de travestis, e combinou um programa com um deles.

 
Carlos Eduardo Vasconcelos, 30 anos, conhecido como Eduarda, saiu com o acusado em direção à estradinha de terra Fonte Santa Terezinha. Lá, quando a vítima já estava subjugada – ajoelhada de frente para o agressor -, o atirador disparou contra seu peito.

 
Na sequência, o atirador retornou à avenida Cenobelino e abordou a segunda vítima: Abelardo dos Santos Freier, 24 anos, a Izabeli. Segundo a polícia, quando Abelardo questionou sobre o paradeiro de Eduarda, o agressor sacou a arma.

 
Quinze policiais da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) trabalhavam para esclarecer o crime. (diarioweb.com.br)

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