Acusada de matar vizinha vai a julgamento amanhã

Hoje, às 13h, será realizado um novo sorteio para outro júri de 28 de novembro

Lueni Alves Coelho será julgada amanhã, às 9h, pelo assassinato da dona de casa Maria Luiza Cabral de Souza, de 51 anos, em 2012, no bairro São Cosme. O júri popular será presidido pelo juiz Jorge Canil, no Fórum de Votuporanga.

O motivo do homicídio seria uma briga entre Lueni e a vítima. Elas eram vizinhas. No dia do assassinato, segundo as investigações, a acusada foi até a casa de Maria Luiza e passou a xingar a vítima. Em seguida, a ré, ainda segundo o Ministério Público, começou a arremessar pedras e vasos na casa da vizinha e Maria Luiza se defendeu com um rodo.

De acordo com a reconstituição do crime, a vítima pegou a agressora pelos cabelos, quando Lueni tirou a faca que estava atrás das costas e desferiu quatro golpes na vizinha.

Segundo depoimento de uma testemunha, após levar as facadas, a dona de casa teria corrido para a casa e trancado a porta da entrada, temendo Lueni. A suposta autora foi presa, no mesmo dia, e encaminhada para a cadeia de General Salgado. A faca do crime foi encontrada no córrego Marinheirinho. Lueni é acusada de homicídio doloso, quando há a inteñção de matar.

Sorteio

Hoje, às 13h, será realizado um novo sorteio para o júri do dia 28 de novembro. Francidalvo Mota Barros vai responder por tentativa de homicídio contra a mulher dele.

O crime ocorreu no Residencial Monte Alto onde, após esfaquear a mulher com os golpes de faca, (cuja lâmina possui a cerca de 20 centímetros), Barros trancou a vítima dentro de casa e foi para o “forró”, em uma casa de shows no bairro da Estação.

A vítima conseguiu pedir socorro por telefone para a mãe, que acionou a Polícia Militar (PM) e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Ao chegar ao local, os policiais tiveram que arrombar a porta para socorrer a mulher e o filho de seis meses do casal, que estava no berço. A mulher foi encaminhada para a Santa Casa e sobreviveu.

Pelas características de Barros, em uma foto mostrada aos policiais, a PM conseguiu localizálo na saída do forró e prendêlo em flagrante.

Para o promotor João Alberto Pereira, foi uma covarde agressão, já que a vítima sofreu lesões corporais graves. Ainda de acordo com Pereira, o réu agiu com frieza e impossibilitou a defesa da mulher.

Andressa Aoki
andressa.aoki@diariodaregiao.com.br

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